Morashá

HISTÓRIA JUDAICA MODERNA


A Sinagoga de Jobar

A Sinagoga de Jobar

No fogo cruzado entre rebeldes e forças do governo da Síria, o patrimônio histórico-cultural do país, até mesmo o judaico, está ameaçado de extinção.

Edição 81 - Agosto de 2013

Os nove de Budapeste

Os nove de Budapeste

Foram nove judeus oriundos da Hungria. Em primeiro lugar, deixaram Budapeste e, em segundo, a Europa quando o nazismo começou a convergir sobre o continente. Todos encontraram refúgio no ocidente onde inscreveram seu nome como algumas das mais notáveis celebridades do século 20.

Edição 80 - Junho de 2013

Judeus ibéricos deportados a São Tomé entre 1492-1497

Judeus ibéricos deportados a São Tomé entre 1492-1497

As crônicas judaicas dos séculos 15 e 16 retratam o sofrimento dos exilados ibéricos face à expulsão da Espanha e o batismo forçado de Portugal. Nas travessias rumo as colônias d'Além Mar, maus tratos infringidos aos judeus e cristãos novos eram uma constante.

Edição 79 - Março de 2013

A Guerra de Stalin contra os Judeus

A Guerra de Stalin contra os Judeus

A guerra de Stalin contra os judeus foi muito além do conhecido e infame complô dos médicos. O ditador soviético sempre foi antissemita e, embora grande número de judeus tivesse sido relevante para o triunfo bolchevique, após assumir plenos poderes, ele jamais hesitou em ordenar a execução de milhares de seus antigos companheiros e, também, da elite intelectual judaica do país.

Edição 78 - Dezembro de 2012

Os atletas não foram esquecidos

Os atletas não foram esquecidos

O Estado de Israel e comunidades judaicas de diversas partes do mundo fizeram, nos últimos meses, um pedido justo e oportuno ao Comitê Olímpico Internacional: que na  cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2012, que coincidia com o triste 40º aniversário do massacre de onze atletas israelenses nos jogos de Munique, fosse respeitado um minuto de silêncio.

Edição 77 - Agosto de 2012

A saga de um justiceiro

A saga de um justiceiro

Eram duas e quinze de uma ensolarada tarde de primavera em Paris. Naquele dia, 25 de maio de 1926, dois homens se cruzaram na esquina dos Boulevards Racine e Saint-Michel. Um deles aproximou-se do outro e perguntou: “você é Symon Petliura?” – “Sou”, respondeu o outro. Ato contínuo, o primeiro matou-o com cinco disparos. Preso em flagrante, o atirador disse que seu nome era samuel schwarzbard e que ele acabara de vingar a morte de milhares de judeus, vítimas de pogroms na Ucrânia.

Edição 77 - Agosto de 2012