Morashá

Curiosidades


Em Tishá B’Av, é proibido comer e beber, se levar ou usar óleos e cremes, usar sapatos de couro e ter relações sexuais. Neste dia mais triste da história judaica, não fazemos nada que nos traga alegria. Portanto, não se estuda a Torá, com exceção de textos sobre a destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e sobre a história e significado de Tishá B’Av.


Em Tishá B’Av (o nono dia do mês hebraico de Menachem Av), não se costuma estudar a Torá, além de textos e histórias sobre este dia, o mais triste na história judaica. Também recitamos “Eicha” – o Livro das Lamentações – após as rezas da noite e da manhã.


Durante a Inquisição, os judeus foram expulsos da Espanha em Tisha B’Av – dia 9 do mês hebraico de Menachem Av, no ano de 5252 (1492).


As empresas de tecnologia Microsoft e Cisco desenvolveram muitos de seus produtos em Israel. O Windows NT foi desenvolvido pela Microsoft em Israel e o chip de computadores Pentium MMX da Intel foi criado também no Estado Judeu.


Os primeiros judeus na América do Norte eram sefaradim. No ano de 1700, havia apenas 300 judeus nos Estados Unidos. A partir do século 18, judeus alemães passaram a imigrar para os Estados Unidos e, apesar de serem ashkenazim, eles se afiliaram às sinagogas sefaraditas.


Quando o ditador Fidel Castro subiu ao poder em Cuba, em 1959, 94% dos 15,000 judeus cubanos emigraram do país. Eles foram para vários países: Israel, Estados Unidos, Venezuela e Panamá. Nos últimos 40 anos, a comunidade judaica de Cuba – perseguida pelo regime de Fidel e proibida de praticar o judaísmo – foi constituída pelos poucos judeus que permaneceram no país.


Quem escreveu o Código de Lei Judaica, o Shulchan Aruch, que estabelece e explica a Halachá – as leis da Torá? O Rabi Moshe ben Maimon – o Rambam? Ou Rashi? Não – foi Rabi Josef ben Efraim Karo, um grande rabino sefaradita.


Devido ao antissemitismo prevalente nas melhores universidades dos Estados Unidos, Abram Sachar, em 1948, fundou a Brandeis University. Brandeis foi fundada com o propósito de ser uma faculdade laica para alunos judeus. A universidade foi nomeada em homenagem a Louis Brandeis, o primeiro judeu a se tornar um juiz na Suprema Corte norte-americana.