Morashá

Curiosidades


O Talmud ensina que há quatro inícios de ano no calendário judaico: Rosh Hashaná (dia primeiro de Tishrei), dia primeiro de Nissan, dia primeiro de Elul e dia 15 de Shevat, Tu b’Shevat.


O mês de Elul tem um grande significado histórico para o povo judeu. No primeiro dia de Elul, Moisés subiu o Monte Sinai para receber as tábuas dos Dez Mandamentos pela segunda vez. (Moisés havia quebrado as primeiras tábuas quando presenciou o pecado do bezerro de ouro.) Quarenta dias mais tarde, no dia de Yom Kipur, o Dia do Perdão, Moisés retornou ao povo, com as tábuas nas mãos, indicando que D’us havia perdoado os judeus pelo erro cometido.


É um costume ashkenazi tocar o shofar durante todo o mês de Elul, logo após a reza da manhã na sinagoga. O toque do shofar durante Elul visa despertar os judeus espiritualmente e prepará-los para Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento.


Inicialmente, o centro da comunidade judaica na Europa era a Alemanha, cujo nome na língua hebraica é “Ashkenaz”. Portanto, mesmo após os judeus terem sido espalhados pela Europa Oriental, eles continuaram a serem chamados de Ashkenazim.


Rabi Akiva, o maior sábio do Talmud, só começou a estudar a Torá aos 40 anos de idade. Ele cresceu como um pastor ignorante e analfabeto. Rabi Akiva começou a estudar Torá para poder se casar com Raquel, filha de Kalba Savua. Posteriormente, Rabi Akiva se tornou o maior rabino da história judaica.


José, filho do patriarca Jacob, tinha 110 anos quando veio a falecer. Antes de sua morte, ele fez uma profecia: revelou aos seus irmãos que D’us tiraria os judeus do Egito e os levaria para a Terra Prometida. José também pediu para que seus ossos fossem levados para a Terra de Israel e lá enterrados após o êxodo judaico do Egito.


O Primeiro Congresso Sionista não ocorreu em Israel, nem na Europa Oriental ou nos Estados Unidos. Foi na Basileia, Suíça, organizado por Theodor Herzl, considerado “pai do sionismo moderno”.


Emma Lazarus, filha de um judeu alemão, escreveu o poema que está inscrito na Estátua da Liberdade. Ela trabalhava para ajudar imigrantes em Nova Iorque e escrevia artigos defendendo a vinda de imigrantes judeus da Rússia para os Estados Unidos. Ela os chamava de “pioneiros do progresso”.