Morashá

BIOGRAFIAS


Walter Lewy

Walter Lewy

Eram músicos, escritores, pintores, atores, cientistas, matemáticos, arquitetos, médicos, fotógrafos, dançarinos, empresários e até palhaços de circo, policiais e técnicos de futebol. Todos refugiados e refugiadas do nazifascismo, que buscaram salvação a partir de 1933.

São relembrados em 300 biografias ilustradas, representando os milhares de fugitivos que fizeram ou refizeram a vida e a carreira em nosso país e muito contribuíram para a sociedade brasileira. Cada trajetória uma epopeia, desde o nascimento e a formação no Velho Mundo, os terríveis perigos e sofrimentos enfrentados com a chegada do nazismo, as lutas e peripécias para conseguir escapar, obter vistos e embarcar rumo à liberdade.

O Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil, coordenado pelo historiador Israel Beloch, relata tudo isso. É mais uma publicação da Casa Stefan Zweig, sediada em Petrópolis, voltada para a divulgação e o estudo da obra do grande escritor austríaco aqui falecido e do papel dos refugiados que, como ele, escaparam do totalitarismo.

A biografia do pintor, desenhista e gravador Walter Max Lewy está contida no Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil, livro que está sendo traduzido ao inglês e publicado com o patrocínio do Banco J. Safra Sarasin.

Edição 113 - Dezembro de 2021

Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil

Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil

Eram músicos, escritores, pintores, atores, cientistas, matemáticos, arquitetos, médicos, fotógrafos, dançarinos, empresários e até palhaços de circo, policiais e técnicos de futebol. Todos refugiados e refugiadas do nazifascismo, que buscaram salvação a partir de 1933.

São relembrados em 300 biografias ilustradas, representando os milhares de fugitivos que fizeram ou refizeram a vida e a carreira em nosso país e tanto contribuíram para a sociedade brasileira. Cada trajetória, uma epopeia, desde o nascimento e a formação no Velho Mundo, os terríveis perigos e sofrimentos enfrentados com a chegada do nazismo, as lutas e peripécias para conseguir escapar, obter vistos e embarcar rumo à liberdade.

O Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil, coordenado pelo historiador Israel Beloch, relata tudo isso. É mais uma publicação da Casa Stefan Zweig, sediada em Petrópolis e voltada para a divulgação e o estudo da obra do grande escritor austríaco aqui falecido e do papel dos refugiados que, como ele, escaparam do totalitarismo.

Nas próximas edições da Morashá, traremos algumas das biografias contidas no Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil, livro que está sendo traduzido ao inglês e publicado com o patrocínio do Banco J. Safra Sarasin.

Iniciamos com a biografia da atriz Berta Loran.

Edição 112 - Setembro de 2021

Lloyd Blankfein e o Sonho Americano

Lloyd Blankfein e o Sonho Americano

Ao falar aos formandos de 2013 do LaGuardia College, Lloyd Blankfein perguntou-lhes “Quais as chances de um garoto dos conjuntos habitacionais de moradias populares do Brooklyn dirigir uma das maiores instituições financeiras do mundo” – E ele mesmo respondeu: “Nunca se sabe. Essa imprevisibilidade é o que a vida tem de bom!” 

Edição 89 - Setembro de 2015

Uma "mãe judia" à frente da maior economia do planeta

Uma "mãe judia" à frente da maior economia do planeta

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escolheu para dirigir o principal banco central do planeta uma mãe judia.

Edição 82 - Dezembro de 2013

Grão Rabino Elio Toaff

Grão Rabino Elio Toaff

Uma  das principais figuras do judaísmo italiano, o Rabino Elio Toaff foi, durante  cinco décadas, Rabino-Chefe da comunidade judaica de Roma. ajudou a reerguer o  espírito abatido dos judeus italianos, após o Holocausto, e trabalhou  assiduamente para promover o diálogo entre judeus e cristãos.

Edição 88 - Junho de 2015

Patrick Modiano recebe o Nobel de Literatura de 2014

Patrick Modiano recebe o Nobel de Literatura de 2014

Poucos escritores europeus da atualidade têm sido mais assombrados pela história da França durante a 2ª Guerra Mundial - e principalmente a dos judeus que viviam no país - do que o escritor francês Patrick Modiano. Aos 69 anos, ele é o 15º francês a ganhar o Nobel de Literatura.

Edição 86 - Dezembro de 2014