Morashá

HOLOCAUSTO


O massacre de Babi Yar

O massacre de Babi Yar

Em setembro de 1941, Babi Yar, ravina existente em Kiev, capital da Ucrânia, foi o local de um dos maiores massacres de judeus em um único lugar, durante a 2ª Guerra Mundial. Em dois dias apenas, 34 mil judeus, homens, mulheres, crianças e velhos, foram mortos a tiros. Babi Yar se tornou símbolo do cruel assassinato de judeus perpetrado pelos Einsatzgruppen e do persistente não reconhecimento da memória judaica.

Edição 85 - Setembro de 2014

As 20 crianças de Hamburgo

As 20 crianças de Hamburgo

No dia 20 de abril de 1945 um decrépito Adolf Hitler completava 56 anos, no seu bunker em Berlim.  O exército inglês estava nas imediações de Hamburgo, os russos e americanos perto de Berlim. A história seguiria seu rumo, para os nazistas havia chegado a hora de queima de arquivos.  Os especialistas da SS encarregaram-se dessa urgente missão.

Edição 83 - Abril de 2014

Em busca do carrasco

Em busca do carrasco

Depois da Segunda Guerra Mundial, o judeu alemão Hanns Alexander, que escapou do nazismo e serviu no exército britânico, incumbiu-se da missão de capturar Rudolf Hoess, o comandante do campo de concentração de Auschwitz. Seu empenho solitário e incansável teve um final dramático.

Edição 82 - Dezembro de 2013

Síria, refúgio de nazistas e de Alois Brunner

Síria, refúgio de nazistas e de Alois Brunner

Criminoso nazista mais procurado das últimas décadas, o austríaco Alois Brunner encontrou proteção e conforto em Damasco, onde colaborou com diversos regimes, em especial da dinastia Al Assad, na organização de sofisticados e brutais serviços de repressão.

Edição 78 - Dezembro de 2012

Dinamarca, um país Justo entre as Nações

Dinamarca, um país Justo entre as Nações

O resgate dos judeus dinamarqueses pelo povo do país foi um evento único e excepcional durante o Holocausto. Iniciada nas Grandes Festas de 1943, a operação é um raio de luz durante um período de trevas.

Edição 77 - Agosto de 2012

Feiwel Wichter: Operário 371 da "Lista de Schindler"

Feiwel Wichter: Operário 371 da "Lista de Schindler"

“Meu nome é Francisco Wichter, Feiwel era meu nome em iídiche. Fui o prisioneiro número 69.218. Sou judeu e acredito nos dez mandamentos. Porém, os horrores vividos me ensinaram que existe um mandamento a mais: sobreviverás! Essa foi a minha palavra de ordem e a de todos os que sobreviveram. Essa foi a força que nos manteve e que sustenta tudo aquilo que irei contar”.