Morashá

BRASIL


Museu do Holocausto abre em Curitiba

Museu do Holocausto abre em Curitiba

Há algum tempo, nossa sociedade brasileira enfrenta críticas por não cultivar, com a devida intensidade, eventos históricos. Projetos recentes, no entanto, apontam na direção contrária, e a comunidade judaica traz relevantes contribuições para manter a lembrança de episódios do passado nacional e da história contemporânea.

Edição 74 - Dezembro de 2011

Nos passos de Branca Dias

Nos passos de Branca Dias

Quem visitar o Alto da Sé, em Olinda, não deve deixar de ir à casa de número 526 da Rua Bispo Azeredo Coutinho. Neste local, bem ao lado da igreja, talvez tenha funcionado uma sinagoga quinhentista, no interior da residência do casal Branca Dias e Diogo Fernandes, líderes da comunidade criptojudaica de então e pioneiros na produção de açúcar em Pernambuco.

Edição 74 - Dezembro de 2011

Unibes, 95 anos ajudando o próximo

Unibes, 95 anos ajudando o próximo

No ano de 1976 foi oficialmente fundada a unibes, aquela que viria a se tornar uma das mais importantes instituições do setor: a União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social.

Edição 72 - Julho de 2011

Raízes de uma Jornada

Raízes de uma Jornada

A história dos judeus de São Paulo, a maior e mais bem organizada comunidade judaica do Brasil, ainda esta para ser contada em toda sua amplitude. No ano de 2009, o Instituto Morashá de Cultura contribuiu para o registro dessa história, com a publicação de Raízes de uma Jornada.

Edição 70 - Dezembro de 2010

Movimento Juvenil Netzah Le Israel

Movimento Juvenil Netzah Le Israel

Fundado há quase quatro décadas, o Netzah é hoje um dos maiores movimentos juvenis do Brasil.

Edição 70 - Dezembro de 2010

Judeus em São Paulo

Judeus em São Paulo

No trabalho anterior, escrevemos sobre os pioneiros que chegaram a São Paulo no final do século 19 e começo do século 20. Detivemo-nos fundamentalmente nos bessarabers e nos sefarditas, agrupados em torno das duas sinagogas da Mooca. Agora falaremos das migrações ocorridas em função do nazismo, do fascismo e da retaliação árabe à proclamação do Estado de Israel, que compuseram a maior entrada de migrantes judeus posterior ao final da década de 1930.

Edição 70 - Dezembro de 2010